Técnicas japonesas.

 1. KAIZEN — A Regra de um minuto comece com algo tão pequeno que seu cérebro não consiga dizer não.

Uma flexão. Uma frase. Um minuto.
Pequenos hábitos superam a resistência e se acumulam rapidamente.
Progresso > pressão.

2. IKIGAI — Sua razão para acordar - Pare de se perguntar “o que devo fazer?” Comece a se perguntar “por que eu levanto?”
O propósito alimenta a disposição . Quando seu porquê é claro, a disciplina se torna fácil.

3. HARA HACHI BU — Coma até 80% da sua capacidade. Comer demais destrói o foco, o humor e a motivação.
Corpo mais leve = mente mais afiada.
A maioria dos casos de “preguiça” é apenas sobrecarga física.

4. POMODORO + RITUAL — Foco Ancorado
25 minutos de atividade. 5 minutos de descanso.
Adicione um gatilho: uma respiração, um som, um gesto. Seu cérebro aprende, a neurociência chama isso de condicionamento.

5. SEIRI & SEITON — Limpe seu espaço. A desordem aumenta o estresse e acaba com o foco.
Quarto limpo = mente limpa = ação limpa.
Seu ambiente molda seu desempenho.

6. MENTALIDADE KINTSUGI — Termine imperfeitamente. A preguiça muitas vezes é medo do fracasso disfarçado.
Feito é melhor que perfeito. Sempre.
A conclusão gera impulso. A perfeição o mata.

7. WABI-SABI — Mova-se antes de estar pronto. Pare de esperar pelas condições ideais.
A perfeição é procrastinação usando uma máscara.
O movimento cria clareza. Não o contrário.

Sistemas de disciplina vencem a motivação sempre.

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A “Teoria do Cavalo Morto”


 

A “Teoria do Cavalo Morto” é uma metáfora satírica que reflete como algumas pessoas, instituições ou nações enfrentam problemas evidentes que são impossíveis de resolver, mas em vez de aceitar a realidade, se agarram a justificá-los.

A ideia central é clara: se você descobrir que está montando um cavalo morto, o mais sensato é descer e deixá-lo.

No entanto, na prática, muitas vezes acontece o contrário. Em vez de abandonar o cavalo morto, medidas como:
• Comprar uma nova sela para o cavalo.
• Melhorar a alimentação do cavalo, apesar de ele estar morto.
• Mudar o cavaleiro em vez de abordar o problema real.

• Despedir o gerente dos cavalos e contratar alguém novo, esperando um resultado diferente.
• Organizar reuniões para discutir como aumentar a velocidade do cavalo morto.
• Criar comitês ou equipes de trabalho para analisar o problema do cavalo morto de todos os ângulos. Estes comitês trabalham durante meses, levantam relatórios e finalmente concluem o óbvio: o cavalo está morto.

• Justificar os esforços comparando o cavalo com outros cavalos mortos semelhantes, concluindo que o problema foi falta de treino.

• Propor cursos de treinamento para o cavalo, o que significa aumentar o orçamento.
• Redefinir o conceito de "morto" para se convencer de que o cavalo ainda tem possibilidades.
Lição: muitas pessoas e organizações preferem negar a realidade e desperdiçar tempo, recursos e esforços com soluções inúteis, em vez de aceitar o problema desde o início e tomar decisões mais inteligentes e eficazes.

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Não soltem o cavalo

 


 Um cavalo estava amarrado e tentava se soltar,e veio um demônio e o SOLTOU-O.


- O cavalo entrou nas terras de uns fazendeiros e começou a comer a plantação,o dono da fazenda pegou sua espingarda e matou o cavalo.


- Então o dono do cavalo pegou sua espingarda e matou o dono da fazenda.
-A mulher do dono da fazenda matou o dono do cavalo.
-O filho do dono do cavalo matou a mulher.


-Os vizinhos em cólera mataram o garoto e queimaram sua casa.
Então eles perguntaram ao demônio: -Porque você fez tudo isso?
O demônio respondeu...
-Eu só soltei o cavalo!

☝🏻MORAL DA HISTÓRIA:

O diabo faz coisas simples, porque sabe que a maldade está em nossos corações e sozinho cuidamos de fazer o resto.

Por isso, é bom pensar antes de agir.

Não esqueça que a língua tem o poder , para dar VIDA e para dar MORTE.PARA ABENÇOAR E AMALDIÇOAR.

🤔VOCÊ ESCOLHE!

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ÚLTIMO FOLHETO!!!

 Todos os domingos de manhã, depois do Grupo de Oração na Igreja, o coordenador do grupo e seu filho de 11 anos saíam pela cidade e entregavam folhetos falando do Amor de Deus sobre nós.

Numa tarde de domingo, quando chegou à hora do pai e seu filho saírem pelas ruas com os folhetos,
fazia muito frio lá fora e também chovia muito.
O menino se agasalhou e disse:
- 'Ok, papai, estou pronto.'
E seu pai perguntou:
- 'Pronto para quê?'
- 'Pai, está na hora de juntarmos os nossos folhetos e sairmos.'

Seu pai respondeu:
- 'Filho, está muito frio lá fora e também está chovendo muito.'
O menino olhou para o pai surpreso e perguntou:
- 'Mas, pai, as pessoas não vão para o inferno até mesmo em dias de chuva?'

Seu pai respondeu:
- 'Filho, eu não vou sair nesse frio.'
Triste, o menino perguntou:
- 'Pai, eu posso ir? !'

O pai hesitou por um momento e disse:
- 'Pode ir. Aqui estão os folhetos. Tome cuidado.'
Então ele saiu no meio daquela chuva..
Este menino de onze anos caminhou pelas ruas da cidade de porta em porta entregando folhetos a todos que via.

Depois de caminhar por horas na chuva, estava todo molhado, mas faltava um último folheto.
Ele parou na esquina e procurou por alguém para entregar o folheto, mas as ruas estavam desertas.
Então ele se virou em direção à primeira casa que viu e caminhou pela calçada até a porta e tocou a campainha..

Ele tocou a campainha, mas ninguém respondeu.
Ele tocou de novo, mais uma vez,
mas ninguém abriu a porta..
Finalmente, o menino se virou para ir embora, mas algo o deteve.
Mais uma vez, ele tocou a campainha e bateu na porta bem forte.
Ele esperou, alguma coisa o fazia ficar ali na varanda e finalmente a porta se abriu bem devagar.
Uma senhora idosa com um olhar triste.
Ela perguntou :
- 'O que você deseja, meu filho?'
Com um sorriso que iluminou o mundo dela, O menino disse:
- 'Senhora, me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de dizer que JESUS A AMA MUITO
e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto que lhe dirá tudo sobre JESUS e seu grande AMOR.'
Então ele entregou o seu último folheto e se virou para ir embora.
Ela o chamou e disse:
- 'Obrigada, meu filho!!! E que Deus te abençoe!!!'
Bem, no domingo seguinte na Igreja, o Coordenador do Grupo de Oração, após a sua pregação perguntou:
- 'Alguém tem um testemunho ou algo a dizer?'
Lentamente, na última fila da Igreja, uma senhora idosa se pôs de pé. E começou a falar.
- 'Ninguém me conhece neste Grupo, eu nunca estive aqui.
Até o domingo passado eu não era cristã.

Meu marido faleceu a algum tempo e eu fiquei sozinha neste mundo.
No domingo passado, um dia frio e chuvoso, eu tinha decidido no meu coração que eu chegaria ao fim da linha, eu não tinha mais esperança ou vontade de viver.
Então eu peguei uma corda e uma cadeira e subi para o sótão da minha casa, amarrei a corda numa madeira do telhado, subi na cadeira e coloquei a corda em volta do meu pescoço.
De pé naquela cadeira, só e de coração estava pronta pra saltar, quando, de repente, o toque da campainha me assustou.

Eu pensei, quem será?:
- 'Vou esperar um minuto e quem quer que seja irá embora. '
Eu esperei, mas a campainha era insistente; depois a pessoa a bater forte.
E pensei:
- 'Quem pode ser?
Ninguém toca a campainha da minha casa a tempos, ainda mais num dia desses.'
Afrouxei a corda do meu pescoço e fui à porta ver quem era, enquanto a campainha soava cada vez mais alta.

Quando eu abri a porta e vi quem era, eu mal pude acreditar, pois na minha varanda estava o menino mais radiante que já vi em minha vida.
O seu SORRISO, ah, eu nunca poderia descrevê-lo a vocês!

As palavras que saíam da sua boca fizeram com que o meu coração que estava morto há muito SALTASSE PARA A VIDA quando ele disse:
- 'Senhora, eu só vim aqui para dizer QUE JESUS A AMA MUITO.'
Então ele me entregou este folheto que eu tenho em minhas mãos.
Conforme aquele menino desaparecia no frio e na chuva, eu fechei a porta e li cada palavra deste folheto.

Então eu subi para o sótão, peguei minha corda e a cadeira.
Eu não iria precisar mais delas.
Vocês vêem - eu agora eu estou aquí!
Já que o endereço do seu Grupo de Oração estava no verso deste folheto, vim aqui pessoalmente para dizer OBRIGADO a este menino de Deus que no momento certo livrou a minha alma.
Não havia quem não tivesse lágrimas
nos olhos no Grupo de Oração. O coordenador do Grupo, foi em direção a primeira fila onde
o 'seu' menino estava sentado.
Tomou seu filho nos braços e chorou.

Provavelmente nenhum Grupo de Oração teve um momento tão grande como este e provavelmente este universo nunca viu um pai tão transbordante de amor e honra por causa do seu filho...
Exceto um.

Este Pai também permitiu que o Seu Filho viesse a um mundo frio e tenebroso.
Ele recebeu o Seu Filho de volta com gozo indescritível, o Pai assentou o Seu Filho num trono acima de todo principado e lhe deu um nome que é acima de todo nome.
Jesus ama a todos!!!
Divulguem sobre Jesus por todos os lados!

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Janelas quebradas: uma teoria do crime que merece reflexão



Janelas quebradas: uma teoria do crime que merece reflexão

 

A teoria das janelas quebradas ou "broken windows theory" é um modelo norte-americano de política de segurança pública no enfrentamento e combate ao crime, tendo como visão fundamental a desordem como fator de elevação dos índices da criminalidade. Nesse sentido, apregoa tal teoria que, se não forem reprimidos, os pequenos delitos ou contravenções conduzem, inevitavelmente, a condutas criminosas mais graves, em vista do descaso estatal em punir os responsáveis pelos crimes menos graves. Torna-se necessária, então, a efetiva atuação estatal no combate à criminalidade, seja ela a microcriminalidade ou a macrocriminalidade.

Há alguns anos, a Universidade de Stanford (EUA), realizou uma interessante experiência de psicologia social. Deixou dois carros idênticos, da mesma marca, modelo e cor, abandonados na rua. Um no Bronx, zona pobre e conflituosa de Nova York e o outro em Palo Alto, zona rica e tranquila da Califórnia. Dois carros idênticos abandonados, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada local.

Resultado: o carro abandonado no Bronx começou a ser vandalizado em poucas horas. As rodas foram roubadas, depois o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram. Contrariamente, o carro abandonado em Palo Alto manteve-se intacto.

A experiência não terminou aí. Quando o carro abandonado no Bronx já estava desfeito e o de Palo Alto estava há uma semana impecável, os pesquisadores quebraram um vidro do automóvel de Palo Alto. Resultado: logo a seguir foi desencadeado o mesmo processo ocorrido no Bronx. Roubo, violência e vandalismo reduziram o veículo à mesma situação daquele deixado no bairro pobre. Por que o vidro quebrado na viatura abandonada num bairro supostamente seguro foi capaz de desencadear todo um processo delituoso? Evidentemente, não foi devido à pobreza. Trata-se de algo que tem a ver com a psicologia humana e com as relações sociais.

Um vidro quebrado numa viatura abandonada transmite uma ideia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação. Faz quebrar os códigos de convivência, faz supor que a lei encontra-se ausente, que naquele lugar não existem normas ou regras. Um vidro quebrado induz ao "vale-tudo". Cada novo ataque depredador reafirma e multiplica essa ideia, até que a escalada de atos cada vez piores torna-se incontrolável, desembocando numa violência irracional.

Baseada nessa experiência e em outras análogas, foi desenvolvida a "Teoria das Janelas Quebradas". Sua conclusão é que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores. Se por alguma razão racha o vidro de uma janela de um edifício e ninguém o repara, muito rapidamente estarão quebrados todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração, e esse fato parece não importar a ninguém, isso fatalmente será fator de geração de delitos.

Origem da teoria

Essa teoria na verdade começou a ser desenvolvida em 1982, quando o cientista político James Q. Wilson e o psicólogo criminologista George Kelling, americanos, publicaram um estudo na revista Atlantic Monthly, estabelecendo, pela primeira vez, uma relação de causalidade entre desordem e criminalidade. Nesse estudo, utilizaram os autores da imagem das janelas quebradas para explicar como a desordem e a criminalidade poderiam, aos poucos, infiltrar-se na comunidade, causando a sua decadência e a consequente queda da qualidade de vida. O estudo realizado por esses criminologistas teve por base a experiência dos carros abandonados no Bronx e em Palo Alto.

Em suas conclusões, esses especialistas acreditam que, ampliando a análise situacional, se por exemplo uma janela de uma fábrica ou escritório fosse quebrada e não fosse, incontinente, consertada, quem por ali passasse e se deparasse com a cena logo iria concluir que ninguém se importava com a situação e que naquela localidade não havia autoridade responsável pela manutenção da ordem.

Logo em seguida, as pessoas de bem deixariam aquela comunidade, relegando o bairro à mercê de gatunos e desordeiros, pois apenas pessoas desocupadas ou imprudentes se sentiriam à vontade para residir em uma rua cuja decadência se torna evidente. Pequenas desordens, portanto, levariam a grandes desordens e, posteriormente, ao crime.

Da mesma forma, concluem os defensores da teoria, quando são cometidas "pequenas faltas" (estacionar em lugar proibido, exceder o limite de velocidade, passar com o sinal vermelho) e as mesmas não são sancionadas, logo começam as faltas maiores e os delitos cada vez mais graves. Se admitirmos atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando essas crianças se tornarem adultas.

A Teoria das Janelas Quebradas definiu um novo marco no estudo da criminalidade ao apontar que a relação de causalidade entre a criminalidade e outros fatores sociais, tais como a pobreza ou a "segregação racial" é menos importante do que a relação entre a desordem e a criminalidade. Não seriam somente fatores ambientais (mesológicos) ou pessoais (biológicos) que teriam influência na formação da personalidade criminosa, contrariando os estudos da criminologia clássica.

No metrô de Nova York

Há três décadas, a criminalidade em várias áreas e cidades dos EUA – com Nova York no topo da lista - atingia níveis alarmantes, preocupando a população e as autoridades americanas, principalmente os responsáveis pela segurança pública. Nesse diapasão, foi implementada uma Política Criminal de Tolerância Zero, que seguia os fundamentos da "Teoria das Janelas Quebradas".

As autoridades entendiam que, por exemplo, se os parques e outros espaços públicos deteriorados forem progressivamente abandonados pela administração pública e pela maioria dos moradores, esses mesmos espaços serão progressivamente ocupados por delinquentes.

A Teoria das Janelas Quebradas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, que se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: lixo jogado no chão das estações, alcoolismo entre o público, evasões ao pagamento da passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados positivos foram rápidos e evidentes. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro.

Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Quebradas e na experiência do metrô, deu impulso a uma política mais abrangente de "tolerância zero". A estratégia consistiu em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à lei e às normas de civilidade e convivência urbana. O resultado na prática foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York.

A expressão "tolerância zero" soa, a priori, como uma espécie de solução autoritária e repressiva. Se for aplicada de modo unilateral, pode facilmente ser usada como instrumento opressor pela autoridade fascista de plantão, tal como um ditador ou uma força policial dura. Mas seus defensores afirmam que o seu conceito principal é muito mais a prevenção e a promoção de condições sociais de segurança. Não se trata de linchar o delinquente, mas sim de impedir a eclosão de processos criminais incontroláveis. O método preconiza claramente que aos abusos de autoridade da polícia e dos governantes também deve-se aplicar a tolerância zero. Ela não pode, em absoluto, restringir-se à massa popular. Não se trata, é preciso frisar, de tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito. Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana.

A tolerância zero e sua base filosófica, a Teoria das Janelas Quebradas, colocou Nova York na lista das metrópoles mundiais mais seguras. Talvez elas possam, também, não apenas explicar o que acontece aqui no Brasil em matéria de corrupção, impunidade, amoralidade, criminalidade, vandalismo, etc., mas tornarem-se instrumento para a criação de uma sociedade melhor e mais segura para todos.

 

 FONTE: https://daniellixavierfreitas.jusbrasil.com.br/artigos/146770896/janelas-quebradas-uma-teoria-do-crime-que-merece-reflexao

Pensar a Existência: Questões Existenciais e o Sentido da Vida

 As obras "O Pequeno Príncipe", "O Nome da Rosa", "O Mundo de Sofia" e "A Insustentável Leveza do Ser" compartilham elementos literários que permitem uma interação comparativa, apesar de suas diferenças temáticas e estilísticas. Elas exploram a condição humana, a busca por sentido, a reflexão sobre a existência e a importância da experiência individual.

O Pequeno Príncipe: Esta obra, apesar de ser classificada como um livro infantil, apresenta uma profunda reflexão filosófica sobre a vida, o amor, a amizade e a perda. O Pequeno Príncipe, em sua jornada por diferentes planetas, encontra adultos com comportamentos estranhos e, por meio de suas interações, o autor critica a vaidade, a ambição e a superficialidade. O livro explora a importância da imaginação, da inocência e da capacidade de ver o mundo com olhos puros, características que os adultos muitas vezes perdem.

O Nome da Rosa: Este romance histórico e policial de Umberto Eco se passa em um mosteiro medieval e investiga a relação entre fé, razão e poder. A trama gira em torno de uma série de assassinatos misteriosos, e o protagonista, frei William de Baskerville, busca desvendar o significado de um livro perdido, a segunda parte da "Poética" de Aristóteles, que trata da comédia. A obra critica a intolerância religiosa, o dogmatismo e a censura ao conhecimento, ao mesmo tempo em que celebra a importância do pensamento crítico e da busca pela verdade.

O Mundo de Sofia: Este romance filosófico de Jostein Gaarder apresenta a história de Sofia Amundsen, uma jovem que recebe cartas com perguntas filosóficas e inicia um curso de filosofia com um misterioso professor. O livro explora a história da filosofia ocidental, desde os pré-socráticos até os filósofos modernos, e convida o leitor a refletir sobre questões existenciais e o significado da vida. A obra se destaca pela sua capacidade de tornar a filosofia acessível e interessante para um público amplo, promovendo a reflexão sobre a própria existência e o mundo ao redor.

A Insustentável Leveza do Ser: Este romance de Milan Kundera explora as complexidades da existência humana por meio das histórias de quatro personagens principais: Tomas, Tereza, Sabina e Franz. A obra aborda temas como amor, liberdade, política e o peso da história, explorando a dualidade entre leveza e peso na vida. Kundera questiona a natureza da existência e a busca por sentido em um mundo aparentemente sem propósito, utilizando a metáfora da "leveza" para descrever a superficialidade e a falta de comprometimento, e a "pesada" para a seriedade e o peso das escolhas. O livro se passa na Tchecoslováquia durante a Primavera de Praga e critica o totalitarismo e a opressão política, ao mesmo tempo em que examina as relações humanas e a busca por autenticidade.

Interação Comparativa:

A Busca por Sentido:
Todas as obras, de alguma forma, abordam a busca por sentido na vida. "O Pequeno Príncipe" questiona a importância da amizade e do amor, "O Nome da Rosa" explora a busca pela verdade, "O Mundo de Sofia" apresenta a história da filosofia como um caminho para a compreensão da existência, e "A Insustentável Leveza do Ser" reflete sobre o peso e a leveza das escolhas e a busca por autenticidade.

A Crítica à Sociedade:
As obras também criticam aspectos da sociedade e da condição humana. "O Pequeno Príncipe" critica a superficialidade e a vaidade, "O Nome da Rosa" critica a intolerância e a censura, "O Mundo de Sofia" critica a falta de questionamento e a alienação, e "A Insustentável Leveza do Ser" critica o totalitarismo e a opressão política.

A Importância da Experiência Individual:
Cada obra valoriza a experiência individual como forma de aprendizado e crescimento. "O Pequeno Príncipe" destaca a importância da inocência e da capacidade de ver o mundo com olhos puros, "O Nome da Rosa" celebra o pensamento crítico e a busca pela verdade, "O Mundo de Sofia" incentiva a reflexão sobre a própria existência e "A Insustentável Leveza do Ser" explora a importância da escolha e da busca por autenticidade.
Pensar a existência humana, num mundo cada vez mais conturbado, é importante para quem busca valorizar e dar sentido à vida!
Lembrando: Jesus é o caminho, a verdade e a vida!
Texto compartilhado por:
Rev. Francisco AC Pinho (Especialista em Filosofia e Sociologia / Membro Efetivo da Academia de Letras, Ciências e Culturas da Amazônia)